Slides + A tecnoancestralidade de TC Silva link em: https://www.laspa.slg.br/2024/11/16/a-tecnoancestralidade-de-tc-silva/ FARDIN, Sônia A. 2021. TC Silva: tecnologia e ancestralidade. In: Wenceslau Oliveira Jr.; Renata Soares da Luz (orgs.). Casa dos Saberes Ancestrais: diálogos com sabedorias africanas e afro-americanas. Campinas: BCCL/Unicamp, p.332-69. 17/09/2026 artigoTecnoancestralidadeLaSPA +2
Slides + Baobáxia e outras ciências em ação # Resumo Introdução: A Baobáxia é uma rede de comunicação comunitária e descentralizada, baseada em software livre e metáforas culturais significativas. Desenvolvida pela Casa de Cultura Tainã junto à Rede Mocambos, propõe uma infraestrutura digital autônoma que visa preservar e compartilhar conhecimentos de comunidades quilombolas e indígenas. Metodologia: O estudo utiliza a Teoria Ator-Rede para entender como a Baobáxia articula tecnologia, cultura e política, destacando a agência de humanos e não-humanos na construção da rede. As metodologias utilizadas enfatizam a participação ativa das comunidades. Discussão: Com isso, mostramos como a Extensão Comunitária, aliada a um conhecimento situado e à oralidade, princípios que orientam o desenvolvimento da Baobáxia, podem ser um modelo alternativo às lógicas coloniais e centralizadoras da tecnologia. Conclusão: Os resultados revelam como a Baobáxia não é apenas uma ferramenta tecnológica, mas um organismo vivo que integra saberes ancestrais e digitais, promovendo autonomia e sustentabilidade. # Abstract Introduction: Baobaxia is a decentralized community comunication network, based upon free software and culturally meaningful metaphors. It was developed by a community center called Tainã and by the Mocambos Network and its purpose is to be an autonomous digital infrastructure that preserves and shares knowledge from quilombolas and indigenous communities. Methods: The study utilizes the Actor-Network Theory in order to understand how the software Baobaxia articulates technology, culture and politics, highlighting the human and non-human agency in the structuring of the Mocambos Network. The methods emphasize the active participation of the community. Discussion: We expect to show how Community Extension, situated knowledge and orality, principles that guide the Baobaxia’s development, could be an alternative model to develop technology, as opposed to the current colonial and centralized model. Conclusion: The results show that Baobaxia is more than a technological tool, it is a living organism that aggregates ancestral and digital knowledge, promoting autonomy and sustainability Publicado em: https://doi.org/10.20396/ijoce.v7i00.21055 05/08/2026 artigoCasa de Cultura TainãBaobáxia +4
Slides + Speculative Black Digital Territories in Brazil By Edward King, 2023 ABSTRACT This article explores the development of speculative Black digital territories in Brazil and examines the challenge they pose to online architectures of social control. It does so through an analysis of Baobáxia, an autonomous digital infrastructure project that connects the audio-visual archives of quilombo communities. I place Baobáxia, which is run by Rede Mocambos, within a spectrum of strategies of Black digital territorializations in Brazil before carrying out a closer analysis of the hesitation it evidences between seeking permanence for the archives of its communities and turning network precarity into a strategy of resistance against digital capitalism. The article ends by considering the Baobáxia network as an enactment of speculative technology by placing it in the context of recent works of Afrofuturist science fiction, including the 2019 film Bacurau, that have reimagined the quilombo for the digital age. While Big Tech platforms use online data to predict and therefore control the behaviour of internet users (which Sun- ha Hong describes as “technologies of speculation”), Baobáxia takes a step towards placing control of the future in the hands of communities and therefore reinstating the possibility of a future that might be different to the present. 01/05/2024 NPDDartigoBaobáxia +1
Slides + Tecnologias, infraestruturas e redes feministas Tecnologias, infraestruturas e redes feministas: potências no processo de ruptura com o legado colonial e androcêntrico. Autonomia, linguagem e segurança são as três categorias fundamentais que neste artigo desvelam a noção de tecnologia feminista que vem sendo construída em movimentos feministas da América Latina. Os diferentes sentidos mobilizados nessas categorias são observados a partir da atuação de coletivas latino-americanas de mulheres, pessoas trans e não binárias voltadas para produção e uso das tecnologias de informação e comunicação, redes autônomas e infraestruturas. Nesse cenário, tecnologia feminista é uma perspectiva construída por esses movimentos engajados em um debate tecnopolítico na interface com conhecimentos sobre internet, autonomia, infraestruturas digitais e segurança da informação para ativistas. A partir de pesquisas recentes desenvolvidas pelas autoras, este artigo apresenta e analisa a constituição dessa perspectiva e sua contribuição para a construção de alianças com as tecnologias e redes sociotécnicas que sejam divergentes do legado colonial e androcêntrico. Palavras-chave: Tecnologia Feminista, Infraestrutura Feminista, Redes Autônomas e Comunitárias, Segurança Digital, Internet. Autores: Débora Prado de Oliveira Daniela Camila de Araújo Marta Mourão Kanashiro 12/01/2024 NPDDTecnologia Feministaartigo +2
Slides + Tecnologias, infraestruturas e redes feministas Autonomia, linguagem e segurança são as três categorias fundamentais que neste artigo desvelam a noção de tecnologia feminista que vem sendo construída em movimentos feministas da América Latina. Os diferentes sentidos mobilizados nessas categorias são observados a partir da atuação de coletivas latino-americanas de mulheres, pessoas trans e não binárias voltadas para produção e uso das tecnologias de informação e comunicação, redes autônomas e infraestruturas. Nesse cenário, tecnologia feminista é uma perspectiva construída por esses movimentos engajados em um debate tecnopolítico na interface com conhecimentos sobre internet, autonomia, infraestruturas digitais e segurança da informação para ativistas. A partir de pesquisas recentes desenvolvidas pelas autoras, este artigo apresenta e analisa a constituição dessa perspectiva e sua contribuição para a construção de alianças com as tecnologias e redes sociotécnicas que sejam divergentes do legado colonial e androcêntrico. Autoras: Débora Prado de Oliveira Daniela Camila de Araújo Marta Mourão Kanashiro 16/07/2023 NPDDTecnologia Feministaartigo +2
Slides + Da cultural material da escravidão e do pos-emancipação Da cultural material da escravidão e do pos-emancipação: perspectivas comparadas em arqueologia e história Neste artigo discutimos as possibilidades de conexões teóricas e metodológicas nas abordagens sobre cultura material da escravidão e do pós- emancipação. A partir da bibliografia temática, tanto avaliamos o estágio atual dos estudos em arqueologia histórica como apresentamos um projeto de pesquisa em andamento de escavação de sítios arqueológicos em fazendas no sudeste escravista. Autores: Luís Cláudio Symanski & Flávio Gomes 10/09/2015 artigo
Slides + Carolina Maria de Jesus: condição favelada, monetarização e trabalho nas favelas paulistanas Neste artigo tecemos considerações sobre a literatura como fonte de dados e ambientação de época, tomando a obra literária “Quarto de Despejo”, de Carolina Maria de Jesus, para o estudo das primeiras favelas paulistanas. A autora escreveu um diário de sua vida na favela do Canindé no final dos anos 1950, narrando episódios cotidianos e de sua condição favelada. Sendo as favelas muitas vezes efêmeras, literatura e música constituem fontes alternativas que permitem acessar seu universo para além dos materiais hegemônicos, como jornais. Selecionamos diversos trechos que dizem respeito às suas condições de vida, atividades de coleta de materiais para reciclagem e de restos de comida. Sua narrativa dá conta da fome como condição da cidade moderna, consciência de que a favela não era algo à parte mas plenamente integrado à cidade, rebatendo interpretações marginalistas sobre sua obra. Consideramos a cisão-valor como forma constituinte da socialização moderna, que cria separações cumulativas postas para fora do âmbito prioritário da valorização do capital pela exploração do trabalho; e que enquanto mulher negra e mãe solteira, encarna a cisão em variados níveis, que se expressam em fome e miséria. 14/05/2015 artigofavelasliteratura