Slides + Mudando de Pele - Monólogo coletivo de Taís Araújo. Participação musical de Layla e Dani Nega 02/05/2026
Slides + 5A0A8741 Monólogo coletivo de Taís Araújo. Participação musical de Layla e Dani Nega 02/05/2026 []
Slides + Steel Pan 1951 – Trinidad All Steel Percussion Orchestra (TAPSO) Performs at the 1951 “Festival of Britain” O tambor de aço evoluiu a partir de práticas musicais antigas dos descendentes de africanos de Trinidad. O tambor era usado como forma de comunicação entre os africanos escravizados e foi posteriormente proibido pelo governo colonial britânico em 1883. Embora muitos instrumentos tenham passado por algum grau de evolução nos últimos anos, o tambor de aço tem a distinção de ser o único instrumento verdadeiramente "inventado" no século XX. Os primeiros instrumentos desenvolvidos na evolução do steel pan foram os Tamboo Bamboo, baquetas afináveis feitas de madeira de bambu. Estas eram batidas no chão com outras baquetas para produzir som. 16/06/2025
Slides + Steel Pan 1951 – Trinidad All Steel Percussion Orchestra (TAPSO) Performs at the 1951 “Festival of Britain” O tambor de aço evoluiu a partir de práticas musicais antigas dos descendentes de africanos de Trinidad. O tambor era usado como forma de comunicação entre os africanos escravizados e foi posteriormente proibido pelo governo colonial britânico em 1883. Embora muitos instrumentos tenham passado por algum grau de evolução nos últimos anos, o tambor de aço tem a distinção de ser o único instrumento verdadeiramente "inventado" no século XX. Os primeiros instrumentos desenvolvidos na evolução do steel pan foram os Tamboo Bamboo, baquetas afináveis feitas de madeira de bambu. Estas eram batidas no chão com outras baquetas para produzir som. 12/05/2025
Slides + Ngoni Layla Improviso no Sesc INstrumental, 02/04/2024 com grupo Horoyá 21/04/2024 ngonilayla
Slides + Sabar Layla e Maissa Dejerejef sãma xarid. Eu e Maissa, amigo senegalês estudando o rítmo N'deti. Agradeço aos que nos antecedem, seguimos tocando!! 23/02/2023 jovenspretostocandotamborsabarsenegal
Slides + Instalação do Data Center Comunitário na aldeia Wede'rã - Território Xavante Montagem e instalação do um Data Center Comunitário Livre na aldeia Wede’rã (esse equipamento possibilita um grande espaço de armazenamento e processamento digital e compõe nossa rede de data centers comunitários livres). É sobre ter controle das tecnologias digitais e ter seguro os saberes dos povos e territórios de resistência. Terra, água e comunicação é poder. 05/11/2022 Projeto SiwaziRede MocambosTerritório Pimentel Barbosa +4
Slides + Instalação do Data Center Comunitário na aldeia Wede'rã - Território Xavante TC, Cassique Cipassé e as crianças da aldeia Wede'rã com o baobá recém chegado da Casa de Cultura Tainã Registro do processo de Montagem e instalação do um Data Center Comunitário Livre na aldeia Wede’rã (esse equipamento possibilita um grande espaço de armazenamento e processamento digital e compõe nossa rede de data centers comunitários livres). É sobre ter controle das tecnologias digitais e ter seguro os saberes dos povos e territórios de resistência. Terra, água e comunicação é poder. 05/11/2022
Slides + Instalação do Data Center Comunitário na aldeia Wede'rã - Território Xavante Montagem e instalação do um Data Center Comunitário Livre na aldeia Wede’rã (esse equipamento possibilita um grande espaço de armazenamento e processamento digital e compõe nossa rede de data centers comunitários livres). É sobre ter controle das tecnologias digitais e ter seguro os saberes dos povos e territórios de resistência. Terra, água e comunicação é poder. 05/11/2022 Projeto SiwaziRede MocambosXavantes +5
Slides + Instalação do Data Center Comunitário na aldeia Wede'rã - Território Xavante Montagem e instalação do um Data Center Comunitário Livre na aldeia Wede’rã (esse equipamento possibilita um grande espaço de armazenamento e processamento digital e compõe nossa rede de data centers comunitários livres). É sobre ter controle das tecnologias digitais e ter seguro os saberes dos povos e territórios de resistência. Terra, água e comunicação é poder. 05/11/2022 Data Center Comunitário LivreProjeto SiwaziTerritório Pimentel Barbosa +5
Slides + Kayo Bwerani Improviso de Kayo Bwerani filmado por sua irmã Layla no ano de 2020 15/05/2022 Kayofreestylehip-hop +2
Slides + Quitutes e Batuques Encontro de Saberes - Quitutes e Batuques 26/10/2021 batucadamúsicaCasa de Cultura Tainã +2
Slides + Fios de Memória Na busca de reconexão com nossas ancestralidades, Seguimos a pulsação das Áfricas que carregamos no corpo e na alma. Seguimos pela afro-diáspora tecendo nossa história com nossos Fios de Memória. "Africa minha Africa, Africa que conta meus avós, eu nunca te conheci mas te carrego dentro de mim" ( Poema de David Diop adaptado por TC Silva ) 02/01/2021 Brasil Senegalbatasfios de memoria +4
Slides + Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina 16/12/2018 Sambada de Coco do GuadalupeTainã 29 anos
Slides + Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina 16/12/2018 Sambada de Coco do GuadalupeTainã 29 anos
Slides + Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina 16/12/2018 Sambada de Coco do GuadalupeTainã 29 anos
Slides + Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina 16/12/2018 Sambada de Coco do GuadalupeTainã 29 anos
Slides + Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina 16/12/2018 Sambada de Coco do GuadalupeTainã 29 anos
Slides + Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina 16/12/2018 Sambada de Coco do GuadalupeTainã 29 anos
Slides + Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina 16/12/2018 Sambada de Coco do GuadalupeTainã 29 anos
Slides + Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina 16/12/2018 Sambada de Coco do GuadalupeTainã 29 anos
Slides + Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina 16/12/2018 Sambada de Coco do GuadalupeTainã 29 anos
Slides + Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina 16/12/2018 Sambada de Coco do GuadalupeTainã 29 anos
Slides + Coco do Guadalupe - Tainã 29 anos Fortalecendo a união, estivemos juntos pra refletir e seguir construindo. Sambamos o coco do Guadalupe em comemoração aos 29 anos de Patrimonio Memória e resistëncia da Casa de Cultura Taina 16/12/2018 Sambada de Coco do GuadalupeTainã 29 anos
Slides + Tainã 29 Anos Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018 16/12/2018 Tainã 29 anos
Slides + Tainã 29 Anos Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018 16/12/2018 Tainã 29 anos
Slides + Tainã 29 Anos Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018 16/12/2018 Tainã 29 anos
Slides + Tainã 29 Anos Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018 16/12/2018 Tainã 29 anos
Slides + Tainã 29 Anos Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018 16/12/2018 Tainã 29 anos
Slides + Tainã 29 Anos Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018 16/12/2018 Tainã 29 anos
Slides + Tainã 29 Anos Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018 16/12/2018 Tainã 29 anos
Slides + Tainã 29 Anos Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018 16/12/2018 Tainã 29 anos
Slides + Tainã 29 Anos Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018 16/12/2018 Tainã 29 anos
Slides + Tainã 29 Anos Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018 16/12/2018 Tainã 29 anos
Slides + Tainã 29 Anos Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018 16/12/2018 Tainã 29 anos
Slides + Tainã 29 Anos Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018 16/12/2018 Tainã 29 anos
Slides + Tainã 29 Anos Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018 16/12/2018 Tainã 29 anos
Slides + Tainã 29 Anos Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018 16/12/2018 Tainã 29 anos
Slides + Tainã 29 Anos Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018 16/12/2018 Tainã 29 anos
Slides + Tainã 29 Anos Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018 16/12/2018 Tainã 29 anos
Slides + Tainã 29 Anos Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018 16/12/2018 Tainã 29 anos
Slides + Tainã 29 Anos Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018 16/12/2018 Tainã 29 anos
Slides + Tainã 29 Anos Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018 16/12/2018 Tainã 29 anos
Slides + Tainã 29 Anos Com a presenca do grupo mexicano Chalanes fel amor, Orquestra Tambores de Aco e Lumumba, contamos e fizemos história. Dia: 10/12/2018 16/12/2018 Tainã 29 anos
Slides + Batuque, memória e Educação 15/04/2018 Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Slides + Batuque, memória e Educação 15/04/2018 Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Slides + Batuque, memória e Educação 15/04/2018 Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Slides + Batuque, memória e Educação 15/04/2018 Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Slides + Batuque, memória e Educação 15/04/2018 Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Slides + Batuque, memória e Educação 15/04/2018 Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Slides + Batuque, memória e Educação 15/04/2018 Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Slides + Batuque, memória e Educação 15/04/2018 Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Slides + Batuque, memória e Educação 15/04/2018 Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Slides + Batuque, memória e Educação 15/04/2018 Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Slides + Batuque, memória e Educação 15/04/2018 Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Slides + Batuque, memória e Educação 15/04/2018 Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Slides + Batuque, memória e Educação 15/04/2018 Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Slides + Batuque, memória e Educação 15/04/2018 Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Slides + Batuque, memória e Educação 15/04/2018 Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Slides + Batuque, memória e Educação 15/04/2018 Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Slides + Batuque, memórias e Saberes 15/04/2018 Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Slides + Batuque, memórias e Saberes 15/04/2018 Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Slides + Batuque, memórias e Saberes 15/04/2018 Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Slides + Batuque, memórias e Saberes 15/04/2018 Memórias de Dona Anecide e Batuque de Umbigadahistória e educação
Slides + Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas. 13/03/2018 14º Feverestival32ª Lavagem das Escadarias CampinasFestival Internacional de Teatro de Campinas +1
Slides + Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas. 13/03/2018 14º Feverestival32ª Lavagem das Escadarias CampinasFestival Internacional de Teatro de Campinas +1
Slides + Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas. 13/03/2018 14º Feverestival32ª Lavagem das Escadarias CampinasFestival Internacional de Teatro de Campinas +1
Slides + Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas. 13/03/2018 14º Feverestival32ª Lavagem das Escadarias CampinasFestival Internacional de Teatro de Campinas +1
Slides + Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas. 13/03/2018 14º Feverestival32ª Lavagem das Escadarias CampinasFestival Internacional de Teatro de Campinas +1
Slides + Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas. 13/03/2018 14º Feverestival32ª Lavagem das Escadarias CampinasFestival Internacional de Teatro de Campinas +1
Slides + Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas. 13/03/2018 14º Feverestival32ª Lavagem das Escadarias CampinasFestival Internacional de Teatro de Campinas +1
Slides + Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas. 13/03/2018 14º Feverestival32ª Lavagem das Escadarias CampinasFestival Internacional de Teatro de Campinas +1
Slides + Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas. 13/03/2018 14º Feverestival32ª Lavagem das Escadarias CampinasFestival Internacional de Teatro de Campinas +1
Slides + Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas. 13/03/2018 14º Feverestival32ª Lavagem das Escadarias CampinasFestival Internacional de Teatro de Campinas +1
Slides + Encerramento do Festival Internacional de Teatro de Campinas No dia 25 de fevereiro , aconteceu na Casa de Cultura Tainã o encerramento do 14° Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) onde foi apresentado o espetáculo: BLITZ - O império que nunca dorme; banda Saci Crioulo e Tambores de Aço. O FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas, teve sua primeira edição em fevereiro de 2003, como uma mostra de espetáculos de artistas locais e de outros que visitavam a cidade durante o mês de fevereiro, período em que se concentram até hoje atividades de aprimoramento artístico no Distrito de Barão Geraldo. Desde as suas origens o FEVERESTIVAL vai além das formalidades, transita na órbita da celebração do teatro. O Festival possibilita a mobilidade de produções artísticas ao fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa e novos artistas, além de trazer à Campinas espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente de diversos países: Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel e Burkina Faso, garantindo assim, o encontro desses trabalhos com um público amplo se comprometendo com diversas possibilidades de acesso e diálogo cultural na cidade de Campinas. 13/03/2018 14º Feverestival32ª Lavagem das Escadarias CampinasFestival Internacional de Teatro de Campinas +1
Slides + 30 anos de Urucungos Cortejo dos 30 anos de Urucungos !! Como organização social de caráter cultural, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela folclorista Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte. O espetáculo “Ciranda da Minha Terra” apresenta danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda e Jongos. A marca principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a dança e as cantorias do espetáculo mistura-se com as energias das pessoas, formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é a participação do público. 13/03/2018 Marcha Zumbi 2018 - Consciência Negra30 anos de UrucungosUrucungos Puitas e Quinjengues
Slides + 30 anos de Urucungos Cortejo dos 30 anos de Urucungos !! Como organização social de caráter cultural, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela folclorista Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte. O espetáculo “Ciranda da Minha Terra” apresenta danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda e Jongos. A marca principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a dança e as cantorias do espetáculo mistura-se com as energias das pessoas, formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é a participação do público. 13/03/2018 Marcha Zumbi 2018 - Consciência Negra30 anos de UrucungosUrucungos Puitas e Quinjengues
Slides + Sinhá nos 30 anos de Urucungos Cortejo dos 30 anos de Urucungos !! Como organização social de caráter cultural, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela folclorista Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte. O espetáculo “Ciranda da Minha Terra” apresenta danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda e Jongos. A marca principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a dança e as cantorias do espetáculo mistura-se com as energias das pessoas, formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é a participação do público. 13/03/2018 Marcha Zumbi 2018 - Consciência Negra30 anos de UrucungosUrucungos Puitas e Quinjengues
Slides + 30 anos de Urucungos Cortejo dos 30 anos de Urucungos !! Como organização social de caráter cultural, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela folclorista Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte. O espetáculo “Ciranda da Minha Terra” apresenta danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda e Jongos. A marca principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a dança e as cantorias do espetáculo mistura-se com as energias das pessoas, formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é a participação do público. 13/03/2018 Marcha Zumbi 2018 - Consciência Negra30 anos de UrucungosUrucungos Puitas e Quinjengues
Slides + 30 anos de Urucungos Cortejo dos 30 anos de Urucungos !! Como organização social de caráter cultural, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela folclorista Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte. O espetáculo “Ciranda da Minha Terra” apresenta danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda e Jongos. A marca principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a dança e as cantorias do espetáculo mistura-se com as energias das pessoas, formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é a participação do público. 13/03/2018 Marcha Zumbi 2018 - Consciência Negra30 anos de UrucungosUrucungos Puitas e Quinjengues
Slides + 30 anos de Urucungos Cortejo dos 30 anos de Urucungos !! Como organização social de caráter cultural, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela folclorista Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte. O espetáculo “Ciranda da Minha Terra” apresenta danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda e Jongos. A marca principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a dança e as cantorias do espetáculo mistura-se com as energias das pessoas, formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é a participação do público. 13/03/2018 Marcha Zumbi 2018 - Consciência Negra30 anos de UrucungosUrucungos Puitas e Quinjengues
Slides + 30 anos de Urucungos Cortejo dos 30 anos de Urucungos !! Como organização social de caráter cultural, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela folclorista Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte. O espetáculo “Ciranda da Minha Terra” apresenta danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda e Jongos. A marca principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a dança e as cantorias do espetáculo mistura-se com as energias das pessoas, formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é a participação do público. 13/03/2018 Marcha Zumbi 2018 - Consciência Negra30 anos de UrucungosUrucungos Puitas e Quinjengues
Slides + 30 anos de Urucungos Cortejo dos 30 anos de Urucungos !! Como organização social de caráter cultural, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela folclorista Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte. O espetáculo “Ciranda da Minha Terra” apresenta danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda e Jongos. A marca principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a dança e as cantorias do espetáculo mistura-se com as energias das pessoas, formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é a participação do público. 13/03/2018 Marcha Zumbi 2018 - Consciência Negra30 anos de UrucungosUrucungos Puitas e Quinjengues
Slides + 30 anos de Urucungos Cortejo dos 30 anos de Urucungos !! Como organização social de caráter cultural, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela folclorista Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte. O espetáculo “Ciranda da Minha Terra” apresenta danças circulares afro brasileiras como o Coco de Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda e Jongos. A marca principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a dança e as cantorias do espetáculo mistura-se com as energias das pessoas, formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é a participação do público. 13/03/2018 Marcha Zumbi 2018 - Consciência Negra30 anos de UrucungosUrucungos Puitas e Quinjengues